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Famoso cirurgião é condenado após a morte de bilionário em cirurgia para o aumento do pênis

Médico terá que cumprir 1 ano e 3 meses de prisão pela morte de Ehud Arye Laniado, que tinha 65 anos, em clínica de Paris, e está proibido de voltar a exercer a medicina

paraibadagente por paraibadagente
30/01/2026
in Destaques, Notícias
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Famoso cirurgião é condenado após a morte de bilionário em cirurgia para o aumento do pênis

Ehud Arye Laniado — Foto: Reprodução

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Um famoso cirurgião que atendia ricos e celebridades foi condenado a 1 ano e 3 meses de prisão e proibido indefinidamente de exercer a medicina após a morte de um bilionário aos seus cuidados, num longo processo finalizado na última quarta-feira (28/1).

Guy H., como o médico é conhecido, fazia um procedimento de aumento peniano no negociante de diamantes belga-israelense Ehud Arye Laniado, que tinha 65 anos, na clínica estética Saint-Honoré-Ponthieu, em Paris (França), em março de 2019. Ele tratava Ehud de duas a quatro vezes por ano, em procedimentos que custavam dezenas de milhares de euros.

Porém, durante o procedimento, realizado fora do horário comercial, o bilionário acabou sofrendo uma parada cardíaca e morrendo.

Inicialmente, o caso foi tratado como homicídio culposo, mas as investigações se voltaram para omissão de socorro, crimes relacionados a drogas e exercício ilegal da medicina. O médico que ajudava Guy H. na cirurgia também foi condenado a 12 meses de prisão, mas a pena foi suspensa. Ele foi igualmente banido de exercer a medicina.

“Quando os investigadores analisaram a causa da morte, a injeção no pênis foi rapidamente descartada. A questão que permaneceu foi por que o cirurgião fez um primeiro pedido de ajuda às 20h, antes de um segundo telefonema, desta vez para o corpo de bombeiros, duas horas depois”, disse uma fonte ao jornal “Le Parisien”.

Os réus alegaram inicialmente que o primeiro telefonema foi feito devido ao “comportamento irritado” de Ehud e à sua insistência em receber as injeções, apesar de se queixar de dores abdominais.

“É fácil dizer em retrospectiva que o ataque cardíaco começou ali, mas, como o paciente tinha uma úlcera, era impossível considerar um problema cardíaco, e os serviços de emergência não teriam sido acionados para um problema tão pequeno”, acrescentou a fonte.

Paraíba da Gente com informações Globo

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