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Turistas encontram crânio humano em piscina natural em praia da Paraíba

paraibadagente por paraibadagente
19/01/2026
in Destaques, Notícias
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Turistas encontram crânio humano em piscina natural em praia da Paraíba
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Um crânio humano foi encontrado por um grupo de turistas nas piscinas naturais da praia do Seixas, em João Pessoa, na tarde do domingo (18).

O grupo de turistas estava visitando a área das piscinas naturais do Seixas, que é um dos principais pontos turísticos do litoral paraibano, quando se depararam com o crânio flutuando na água.

Logo após encontrarem o crânio, os turistas chamaram um guia turístico que os acompanhava durante o passeio, e o guia acionou o Corpo de Bombeiros.

O crânio foi encaminhado pelo Corpo de Bombeiros para o Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa e encaminhado para o setor de antropologia. Segundo o IPC, o primeiro passo será fazer o exame que identificará se o crânio era de uma pessoa do sexo masculino ou feminino.

Turista diz que encontrar crânio foi “macabro”

 Turistas encontram crânio humano em piscina natural na praia do Seixas, em João Pessoa
Turista diz que encontrar crânio foi “macabro” – Foto: Redes sociais.

Um dos turistas que encontrou um crânio humano relatou medo e uma cena “macabra”. Samuel Duarte, doutorando em farmacologia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), disse que encarou o episódio com surpresa.

“Eu fiquei, caramba, que coisa violenta, que coisa macabra, em um ponto turístico tão bonito da cidade, sabe? E aquele lugar tão bonito, as fotos tão bonitas, eu acho que foi até isso que eu disse no Twitter, tipo, caramba, tava aqui sorrindo, tirando uma foto, ‘olha que bonito’, sem saber que eu tava a 10 metros de uma pessoa morta”, disse.

Samuel explicou que, apesar de ser natural de João Pessoa, mora em Campinas, no interior de São Paulo, para concluir o doutorado e que, diversas vezes, em ouros momentos de férias, ia com a família para as piscinas naturais do Seixas. Nessa oportunidade, estava acompanhado de um grupo com a mãe e também a irmã.

Em cima de uma embarcação com essas pessoas, ele já notou algo “branco” diferente no fundo das águas, mas não associou que seria um crânio humano, pensando que pudesse ser um coral, muito encontrado naquela região.

“Teve uma hora que eu estava vendo as pedras, os corais, os peixes e tudo mais. E eu vi aquela bola branca, assim, muito,, muito destacada, que foi uma coisa até que a gente comentou. De cima do caiaque, como a água estava muito translúcida, você via como se fosse do tamanho de uma bola de vôlei e aquela coisa branca brilhando no fundo do mar”, relatou.

Por conta da curiosidade, Samuel disse que desceu o caiaque, colocou uma máscara para que pudesse enxergar debaixo da água e também respirar. Ao fazer o mergulho, ele se aproximou do objeto e, mesmo tendo visto que era um crânio, ainda assim, pensou que não fosse humano e, sim, uma decoração perdida.

“Eu pensei que fosse alguma decoração de Halloween que caiu de um barco, eu pensei que pudesse ser também, não sei, alguma pegadinha, alguma decoração, daqueles corais artificiais que geralmente a galera põe uma estatuazinha embaixo da água e tudo mais”, contou.

No entanto, com a proximidade e uma análise do crânio por alguns minutos, Samuel percebeu que se tratava, realmente, de um crânio humano. Ele explica que chegou a essa conclusão por alguns aspectos que observou no material.

“Eu percebi, tipo, estava o crânio sem a mandíbula e também sem os dentes. E eu fiquei interessado, eu também não toquei nem nada, mas eu só olhei assim de perto e eu comecei a perceber. Sabe aquelas costuras que tem no topo do crânio? Eu percebi que estava um pouquinho amarronzada e eu, nossa, ‘como está detalhado isso’. E como eu estava com o snorkel (máscara), fiquei o tempo todo com a cabeça embaixo da água, então na hora que eu submergi, já tinham as pessoas, os coordenadores do grupo que levou o caiaque, dizendo, gente, não pode mais ficar aí”, explicou.

O doutorando conta que após esse momento, avisou para a mãe, que trabalha na área da saúde, sobre o resto mortal. Ela submergiu e viu também do que se tratava. Após as ordens dos coordenadores da excursão, todos do grupo voltaram para a praia e algumas autoridades foram ao local para observar o crânio, segundo o relato.

Com Jornal da Paraíba

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