Ericson Torres é Doutor em Geografia Humana pela UFPB, Professor e Geógrafo do IFPB/Monteiro, no vídeo logo abaixo ele avalia os fenômenos climáticos e a possibilidade do aumento no número de terromotos, se será ou não algo mais frequentes.
Recentemente temos acompanhados vários fenômenos, calor intenso provocando incêndios de grandes proporções, chuvas em excesso provicando caos e o mais recente um grande terremotos que abalou e provocou centenas de mortes em Marrocos.
O ano de 2023 tem sido pródigo em calor extremo, com ondas de calor afetando quatro continentes no hemisfério norte e causando incêndios florestais intensos em países como a Grécia. Mas, embora o cenário já seja preocupante, cientistas da NASA alertam: 2024 deve ser ainda mais quente, à medida em que sejam sentidos os efeitos mais fortes do El Niño.
O El Niño, fenômeno climático natural que faz subir as temperaturas da superfície do mar do Pacífico, com efeitos em cadeia para o clima global, teve sua ocorrência confirmada neste mês. Mas, segundo os cientistas, é no seu segundo ano de influência que o calor tende a ser mais extremo.
Na última vez em que o El Niño atuou sobre a Terra, o planeta teve seu ano mais quente já registrado, em 2016. Cientistas consideram provável que o recorde seja batido neste ano, e provavelmente também no próximo, com a reedição do fenômeno.
ASSISTA AO VÍDEO COM ESCLARECIMENTOS DE ERICSON TORRES.





















