O posicionamento de Léa e Camila Toscano, que declararam voto em Flávio Bolsonaro, contrastou com um relato de Waldir Porfírio, ex-integrante da Comissão Estadual da Verdade e ex-assessor de Zenóbio Toscano.
Ao resgatar a trajetória do ex-deputado, marcada por perseguições durante a ditadura militar e pela morte em meio à pandemia de Covid-19, Porfírio estabelece um contraponto entre a história de Zenóbio e o apoio eleitoral a Flávio Bolsonaro.
Em seu relato, Waldir Porfírio destaca a atuação de Zenóbio Toscano no acolhimento de familiares de mortos e desaparecidos políticos e no acompanhamento de processos de anistia de paraibanos que sofreram torturas, demissões, cassações de mandatos e impedimentos de estudar durante o regime militar.
Porfírio afirma que auxiliou o ex-deputado nesse trabalho e ressalta que Zenóbio também foi vítima das restrições impostas pela ditadura.
O relato também associa a trajetória do ex-deputado à pandemia de Covid-19, doença a qual Zenóbio foi acometido e que causou a sua morte em 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro.
Waldir termina seu comentário citando também Simão Almeida e Lúcia Rocha, que assim como Toscano, foram vítimas da ditadura e da Covid-19, o que faz com que o ex-assessor declare seu voto a reeleição do Predidente Luiz Inácio Lula da Silva.












