A Paraíba apresentou o maior crescimento proporcional do emprego formal entre os estados brasileiros em agosto de 2026. A variação foi de 1,59%, à frente do Amapá, com 1,38%, e do Rio Grande do Norte, com 0,92%. Os dados são do Novo Caged divulgados nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho.
Na Paraíba, a indústria teve saldo positivo de 4.088 postos de trabalho no mês. O setor de serviços abriu 2.854 vagas, enquanto a agropecuária registrou saldo de 1.265 empregos e a construção civil, de 681.
No Brasil, o mercado formal encerrou agosto com saldo positivo de 165.827 vagas, resultado de 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos. O estoque chegou a 48.244.696 vínculos. Serviços liderou a geração de empregos no país, com 110.346 postos, seguido por Construção, com 20.848; Indústria, 16.613; Comércio, 16.565; e Agropecuária, 1.452.
Entre janeiro e agosto, foram gerados 1.134.033 empregos formais no Brasil, crescimento de 2,41%. Serviços respondeu por 697.859 vagas, Construção por 200.431, Indústria por 170.442, Agropecuária por 56.024 e Comércio por 9.300. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2025 a agosto de 2026, o saldo nacional ficou positivo em 887.708 postos.
Em agosto, as mulheres tiveram saldo de 83.989 vagas no país e os homens, de 81.838. A população de até 24 anos respondeu por 128.997 postos, enquanto trabalhadores com ensino médio completo tiveram saldo de 100.939 empregos.

















