A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou nesta sexta-feira (28) que a bandeira tarifária continuará amarela em setembro.
Isso significa que a conta de luz terá acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
A decisão reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país, que geram a necessidade de usar fontes de geração mais caras, disse a Aneel.
Esse é o quinto mês consecutivo de bandeira amarela na conta de luz.
O preço da conta de luz, afetado pela vigência da bandeira amarela, vinha puxando para cima o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15).
Mas, no último mês, o movimento foi contrário, e a energia elétrica puxou para baixo o índice de agosto, que teve a maior deflação em quatro anos.
O motivo foi o desconto do bônus de Itaipu na conta de luz. Esse alívio, no entanto, é temporário e tende a ser revertido em setembro.
O sistema de bandeiras tarifárias na conta de luz, que permite repassar mensalmente aos consumidores os maiores custos do país com a geração de energia, completou dez anos de implementação em 2025.
ENTENDA MAIS SOBRE AS BANDEIRAS TARIFÁRIAS
Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis.
A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração.
A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora consumido Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora consumido
Com informações da Aneel

















