Antes disso, por volta de 2013, a Globalstar Investments Europe LP, de Edimburgo, na Escócia, era a responsável pelo processamento dos pagamentos.
De acordo com a diligência da PF, apenas a banca de advocacia de Nelson Wilians, alvo da investigação, emitiu notas de mais de R$ 30 milhões por serviços supostamente prestados às offshores de Curação.
Em nota, Wilians disse que a relação dele com a Pixbet “é estritamente profissional” e citou o risco de criminalizar a advocacia. O Metrópoles não encontrou a defesa da casa de apostas, que segue com a plataforma em operação. O espaço segue aberto para manifestação.
Paraíba da Gente com informações Metrópoles