O audiovisual produzido no Cariri paraibano ganha uma nova experiência com o trabalho do ator e produtor independente Anderson Brito, morador de Sumé. Ele acaba de concluir a série “Velozes Mirim”, projeto escrito e dirigido por ele e desenvolvido com o uso de inteligência artificial.
Segundo Anderson, a produção foi realizada de forma independente e utiliza recursos de IA na criação do conteúdo, sem a participação de pessoas reais nas cenas. O projeto já conta com seis episódios completos, que estão sendo preparados para lançamento.
A iniciativa nasceu do interesse do produtor pelo audiovisual e da vontade de mostrar que novas tecnologias podem abrir caminhos para produções desenvolvidas também no interior da Paraíba.
“É um filme feito totalmente por inteligência artificial, nada de pessoas reais, escrito e dirigido por mim. Tenho seis episódios completos prontos para lançamento”, explicou Anderson.
O produtor afirma que investiu em ferramentas e tecnologias para alcançar maior qualidade visual e narrativa na produção. Os episódios têm duração mais extensa, e um deles, conforme relatado pelo próprio criador, possui aproximadamente 13 minutos.
Para Anderson, além do entretenimento, “Velozes Mirim” tem como propósito chamar atenção para o potencial dos produtores paraibanos e incentivar outras pessoas da região interessadas em audiovisual e inovação.
“O que eu quero com a divulgação é que o pessoal da nossa região veja que nós, paraibanos, temos potencial para fazer algo grande”, destacou.
O projeto foi criado, produzido, escrito e dirigido por Anderson, que considera a utilização da inteligência artificial uma oportunidade para desenvolver produções que, pelos métodos tradicionais, poderiam exigir estruturas e equipes maiores.
Um trailer de “Velozes Mirim” já foi divulgado nas redes sociais e apresenta ao público uma prévia do universo desenvolvido para a série. Anderson agora trabalha na divulgação do projeto e na preparação dos seis episódios para lançamento.
Com a produção, o jovem de Sumé busca ampliar a visibilidade do trabalho independente realizado no Cariri e mostrar como ferramentas de inteligência artificial podem ser incorporadas à produção audiovisual regional.

















