Nesta quinta-feira (06), a Polícia Civil da Paraíba, através do Grupo Tático Especial (GTE) de Monteiro, deflagrou a “Operação Ibiatinga”. A ação visa combater de forma qualificada o tráfico de entorpecentes e a atuação de associações criminosas na cidade de Serra Branca.
De acordo com as informações, a operação foi resultado de investigação conduzida pelo GTE de Monteiro, que reuniu elementos técnicos e de inteligência indicando a existência de uma organização criminosa estruturada. O grupo estaria envolvido com o tráfico ilícito de entorpecentes, posse e circulação clandestina de armas de fogo, intimidação de moradores e ocultação de pessoas foragidas da Justiça. Esses elementos fundamentaram a representação da Autoridade Policial pela expedição de mandados de busca e apreensão, posteriormente deferidos pelo Poder Judiciário.
Durante a ação, foram cumpridos simultaneamente 13 mandados de busca e apreensão em diversos endereços de Serra Branca, todos relacionados aos investigados apontados como integrantes da associação criminosa. A decisão judicial autorizou, além das buscas, a apreensão de drogas, armas, munições, valores, aparelhos eletrônicos e demais objetos vinculados às atividades ilícitas, bem como a extração e análise dos dados armazenados nos dispositivos eletrônicos apreendidos.
Como resultado da operação, duas pessoas foram presas em flagrante. Um dos investigados foi autuado por tráfico de drogas, após a apreensão de entorpecentes e materiais relacionados à comercialização ilícita. O segundo flagrante ocorreu pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições, em razão da apreensão de armamento durante o cumprimento dos mandados.
Além das prisões, diversos materiais de interesse investigativo foram arrecadados e serão submetidos à perícia técnica, contribuindo para o aprofundamento das investigações e eventual responsabilização de outros integrantes da organização criminosa.
A “Operação Ibiatinga” representa mais uma ação estratégica da Polícia Civil da Paraíba no combate ao crime organizado, fruto de trabalho de inteligência policial, monitoramentos de campo e levantamento de informações que permitiram identificar a estrutura da associação criminosa e seus núcleos de atuação. As investigações apontaram divisão de funções entre os integrantes, incluindo liderança, gerenciamento de pontos de venda de drogas, logística, distribuição de entorpecentes, armazenamento de armas e intimidação de moradores, justificando as medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário.

















