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Congresso derruba vetos de Lula e abre brecha para doações em ano eleitoral: entenda o que muda

A votação aconteceu na Semana da Marcha dos Prefeitos, evento que reuniu centenas de gestores municipais em Brasília.

paraibadagente por paraibadagente
21/05/2026
in Destaques, Notícias, Política
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 Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (21) quatro vetos do presidente Lula (PT) à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2026. Os dispositivos ampliam a possibilidade de uso de recursos federais em obras estaduais e municipais, flexibilizam regras para convênios com prefeituras inadimplentes e reabrem brecha para doações de benefícios públicos em período eleitoral.

A votação aconteceu justamente durante a Marcha dos Prefeitos, evento que reuniu centenas de gestores municipais em Brasília. O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), se comprometeu pessoalmente com os prefeitos a pautar e derrubar os vetos.

A decisão reacende o embate entre o Palácio do Planalto e o Congresso sobre controle de gastos, responsabilidade fiscal e uso político da máquina pública em ano de eleição.

Verba para municípios inadimplentes

Com a derrubada dos vetos, municípios com até 65 mil habitantes possam celebrar convênios e receber transferências voluntárias da União mesmo estando inadimplentes.

O governo vetou o dispositivo alegando afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e risco à gestão das contas públicas. Para o Executivo, a exigência de regularidade fiscal é uma contrapartida necessária para garantir controle sobre o uso de recursos federais.

A derrubada do veto, no entanto, atende diretamente pequenas prefeituras que enfrentam dificuldades fiscais e frequentemente ficam impedidas de acessar verbas federais por pendências administrativas ou financeiras.

Na prática, a medida deve ampliar o alcance político das emendas parlamentares e facilitar a chegada de recursos em cidades do interior — especialmente em ano pré-eleitoral.

Financiamento de obras não federais

Outro ponto retomado pelo Congresso autoriza a União a financiar obras de rodovias estaduais e municipais voltadas ao escoamento da produção e integração logística, além de permitir investimentos federais em hidrovias que não sejam de competência direta do governo federal.

O governo havia barrado os trechos sob o argumento de que recursos da União não deveriam custear despesas que cabem a estados e municípios. O Executivo também alegava que as mudanças ampliariam excessivamente as competências federais e poderiam desvirtuar programas orçamentários.

No Congresso, porém, prevaleceu a tese defendida principalmente pela bancada municipalista e por parlamentares ligados ao agronegócio. O entendimento é de que a medida facilita investimentos em infraestrutura considerada estratégica para o transporte de cargas e integração regional.

Congresso libera benefícios em período eleitoral

O trecho mais sensível politicamente envolve a derrubada do veto que impedia a doação de bens, valores e benefícios pela administração pública durante o período eleitoral.

A legislação eleitoral brasileira restringe esse tipo de transferência nos meses que antecedem as eleições justamente para evitar o uso da máquina pública em favor de candidatos aliados.

O Congresso, porém, havia incluído na LDO uma exceção permitindo as doações desde que existisse alguma obrigação por parte do beneficiário em contrapartida.

Ao vetar o dispositivo, o governo argumentou que a medida era inconstitucional e feria o interesse público, já que uma lei orçamentária temporária não poderia criar exceções à Lei Eleitoral, considerada uma norma permanente.

Mesmo assim, deputados e senadores decidiram restabelecer o texto.

A oposição e setores independentes do Congresso interpretam a decisão como uma flexibilização perigosa das regras eleitorais. Já parlamentares favoráveis à medida afirmam que ela garante continuidade de políticas públicas e programas sociais mesmo em período de campanha.

O Congresso Nacional ainda tem pela frente outros 40 vetos à LDO de 2026 para analisar.

Jornal da Paraíba

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