Em tempos em que tanto se fala de saúde mental, é preciso ir além dos títulos e das redes sociais. Não basta ser “profissional” de saúde mental — é preciso, antes de tudo, ser humano, ter empatia e demonstrar amor ao próximo.
Vivemos um período delicado, onde muitas pessoas enfrentam ansiedade, depressão, crises emocionais e uma série de fragilidades que exigem escuta sensível, acolhimento e compromisso verdadeiro. Quando o assunto é saúde mental, não há espaço para máscaras, nem para personagens.
A atuação do profissional nessa área precisa ser autêntica. Não dá para ser uma pessoa no ambiente virtual e outra completamente diferente no momento do atendimento. Quem procura ajuda quer encontrar verdade, segurança e respeito — não uma postura distante, fria ou desconectada da realidade do paciente.
A escuta qualificada, o olhar atento e a postura ética fazem toda a diferença. Mais do que técnicas e teorias, é a presença humana que constrói vínculos e promove cuidado de verdade.
A reflexão é necessária: em um cenário onde a saúde mental é cada vez mais urgente, a coerência entre discurso e prática se torna essencial. Afinal, quem cuida da mente e do coração das pessoas precisa, acima de tudo, ter compromisso com a verdade, com a empatia e com o respeito ao outro.
Da redação





















