A dor da perda já é difícil. Mas a dor da espera, sem poder se despedir, é ainda mais cruel. É isso que a família de Lânia está enfrentando neste momento.
O irmão e o filho estiveram no local com a esperança de fazer o reconhecimento do corpo, mas, devido ao avançado estado de decomposição, o procedimento não foi permitido pelas autoridades. Agora, somente um exame de DNA poderá confirmar oficialmente a identidade.
Enquanto o resultado não chega, a família vive dias de angústia, sem saber quando poderá realizar o sepultamento e dar o último adeus. A sensação é de um luto interrompido, uma despedida que ainda não pôde acontecer.
Em Monteiro e em toda a região do Cariri, o caso gera comoção e solidariedade. Amigos, familiares e conhecidos se unem em orações e mensagens de apoio, na esperança de que tudo seja resolvido o mais rápido possível, para que a família possa, enfim, viver o momento da despedida com dignidade.
Neste momento, o que fica é o apelo pela sensibilidade, pelo respeito e pelo amor ao próximo. Porque, por trás de qualquer notícia, existe sempre uma família que sofre — e que só quer ter o direito de dizer adeus.
Paraíba da Gente




















