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PM atropela criança de 3 anos e xinga a mãe de “puta” em saída de creche.

Episódio ocorreu no Morro São Bento, em Santos, mesmo local em que o menino Ryan, de 4 anos, foi morto em ação da PM em novembro de 2024

paraibadagente por paraibadagente
14/03/2026
in Destaques, Notícias
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PM atropela criança de 3 anos e xinga a mãe de “puta” em saída de creche.
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Um policial militar (PM) atropelou uma criança de três anos e, sem seguida, xingou a mãe do menino de “puta” no Morro São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo, na última quarta-feira (11/3). O episódio aconteceu na saída de uma creche e foi registrado em vídeo.

As imagens foram gravadas depois do atropelamento. O menino sofreu um ferimento no pé direito (foto em destaque). Não há informações sobre o estado de saúde da criança, que aparece no colo da mãe quando o policial passa a intimidar os presentes.

Em dado momento, o PM, que é do 2º Batalhão de Ações Especiais (Baep) de Santos, xinga a mulher: “sua irresponsável, sua puta!”. Ele é segurado por outros agentes que estavam no local.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) foi procurada para comentar o caso, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.

PM matou menino de 4 anos no Morro São Bento

Na mesma região em que a criança de 3 anos foi atropelada por um policial militar, um menino de 4 anos foi morto por um tiro que partiu de um agente da corporação. Ryan Silva Andrade Santos brincava em uma rua do Morro São Bento quando foi atingido por um disparo calibre 12 na barriga. Ele foi levado por familiares à Santa Casa do município, mas não resistiu.

Os policiais estavam em uma suposta troca de tiros, e agiram em “legítima defesa”, conforme concluiu a Polícia Civil.

Quatro meses após a morte do menino, um laudo apontou que o projétil que matou a criança partiu de um policial militar. À época, o coronel e porta-voz da corporação Émerson Massera confirmou que a origem do tiro que matou Ryan teria partido de uma arma da PM.

Entre todos os suspeitos e PMs, o cabo Clóvis Damasceno de Carvalho Júnior, do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), era o único que portava uma espingarda calibre 12.7

Em depoimento, ele e todos os colegas de corporação que participaram da ação afirmaram ser “improvável que o disparo que atingiu a criança tenha partido da arma de qualquer policial”.

Os agentes consideraram que a distância, o terreno e o ângulo dos disparos impossibilitaria que um projétil acertasse Ryan. A criança estava na parte mais elevada da rua no momento em que os PMs trocaram tiros com os supostos traficantes – sendo dois adolescentes. Um dos suspeitos foi morto.

Paraíba da Gente com informações Metrópoles 

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