Um homem ficou paraplégico após passar por uma cirurgia para retirada de pedras na vesícula, procedimento considerado comum na rotina hospitalar. 06 anos após a cirurgia, Dione como é mais conhecido “interrompeu sua vida”, limitando-se a ficar deitado em uma cama em um pequeno quarto no bairro Mutirão em Monteiro.
O caso gera comoção e levanta questionamentos sobre as circunstâncias da cirurgia, o acompanhamento médico e as possíveis causas que levaram à grave sequela.
De acordo com as informações iniciais, o paciente foi submetido ao procedimento com expectativa de recuperação normal. No entanto, no pós-operatório, apresentou complicações neurológicas severas, evoluindo para um quadro de paraplegia. A família afirma que não havia histórico prévio que indicasse risco dessa magnitude e cobra esclarecimentos sobre o que ocorreu durante ou após a cirurgia.
Especialistas apontam que, embora rara, a paraplegia pode estar associada a intercorrências como lesões neurológicas, complicações anestésicas, infecções graves ou falhas na oxigenação durante o procedimento. O caso deverá ser investigado para identificar se houve negligência, imperícia ou fatalidade médica.
Enquanto aguarda respostas, a família enfrenta uma nova e dura realidade, marcada por limitações físicas, impacto emocional e a necessidade de cuidados permanentes. O episódio reacende o debate sobre segurança do paciente, transparência nas informações e a importância de uma apuração rigorosa em casos de complicações graves após procedimentos cirúrgicos considerados de baixo risco.
com o objetivo de proporcionar um pouco mais de dignidade a Dione, está sendo realizada uma campanha com o objetivo de adquirir uma cadeira de rodas motorizada. Os dados para doação estão em nome de sua esposa.
Chave PIX: 83998853799
Titular: Maria do Socorro Silva Teixeira
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