A mulher de 79 anos, baleada pelo ex-genro durante uma ocorrência de cárcere privado na Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo, morreu nesta quarta-feira (21/1), após permanecer hospitalizada por dois dias. Ela estava internada no Hospital do Grajaú desde a noite de segunda-feira (19/1), quando foi atingida por disparos dentro de casa.
Segundo a Polícia Militar (PM), a equipe foi acionada na última segunda-feira por volta das 18h para atender a uma ocorrência inicialmente registrada como violência doméstica, com disparos de arma de fogo. Ao chegar ao local, na Rua Castel Gandolfo, os policiais constataram que o suspeito havia invadido a residência e rendido familiares.
O homem, de 58 anos, ex-genro da vítima, manteve três mulheres sob ameaça. A ex-esposa chegou a ser usada como escudo durante a ação. No imóvel, também estavam um ex-cunhado e uma inquilina da família. Ainda segundo a polícia, o agressor estava armado e efetuou disparos que atingiram duas das vítimas, entre elas a ex-sogra, de 79 anos.
Diante da gravidade da situação, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado para assumir as negociações. Após horas de tensão, os reféns foram libertados. Durante a intervenção policial, o agressor foi baleado e morreu.
As vítimas feridas haviam sido socorridas pelo Corpo de Bombeiros e levadas ao Hospital do Grajaú. A terceira mulher feita refém foi resgatada sem ferimentos. A ex-sogra, porém, não resistiu ao disparo e morreu. Durante a ocorrência, a polícia apreendeu quatro armas de fogo que pertenciam ao filho do autor.
De acordo com a Secretária de Segurança Pública (SSP) o caso foi registrado no 101º Distrito Policial (Jardim Imbuias) e segue sob investigação.





















