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‘Frio, calculista e ódio’: a trama desvendada do filho que matou a mãe na Paraíba

paraibadagente por paraibadagente
26/05/2023
in Destaques
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Na Paraíba: filho confessa ter matado a mãe com sinais de crueldade por “ódio”
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O adolescente e filho de Honorina Oliveira, professora encontrada morta em um açude no interior da Paraíba em novembro de 2022, demonstrou frieza durante as investigações sobre a morte da mãe e não teria demonstrado arrependimento durante os depoimentos à polícia. A afirmação foi feita pelo delegado Iasley Almeida.

Segundo o delegado, o menor já tinha sido ouvido outras vezes anteriormente e, apesar da personalidade calculista, teria apresentado algumas contradições. Em um dos depoimentos, ele chegou a apontar o pai como autor do crime. Antônio Abrantes, policial militar, foi preso em março deste ano suspeito da ação em Cuité, município que fica a 233 km da capital João Pessoa e a menos de 10km de Jaçanã, no Rio Grande do Norte.

“Em todas as vezes [que foi ouvido] se mostrou muito tranquilo, muito frio, mas nessas oitivas sempre se apresentou algumas discordâncias, algumas contradições. A Polícia já sabia que toda ação criminosa teria partido do núcleo familiar. Outras hipóteses haviam sido descartadas. No último depoimento dele antes da prisão ele acabou apontando o pai como provável autor do crime. Foi o que levou a representação da prisão temporária do pai para que continuasse as investigações”, afirmou.

Iasley disse que, durante a fase de investigações, o adolescente relatou que a mãe teria saído de casa no carro para encontrar com o pai para terminar o relacionamento. Ele teria apresentado argumentos de que ela estaria insatisfeita e que não aguentava mais o companheiro.

De acordo com o delegado, a versão do menor foi desconstruída após uma investigação minuciosa da polícia, que reuniu imagens de circuitos de segurança de residências e estabelecimentos nas proximidades, que identificaram a presença do filho e da namorada dentro do carro com Honorina.

“Segundo o adolescente ele não aguentava mais. Foi uma história de cobertura que ele criou para se sobressair e a investigação não cair sobre ele. Não foi a prisão do pai que fez a polícia parar de investigar. Existem algumas perguntas que precisam ser respondidas. Fizemos análises de dados telemáticos, dos dados telefônicos, análise das filmagens por circuitos de câmeras por casas que circundam a residência da Honorina, também de estabelecimentos comerciais e diversos pontos de onde o carro dela passou no dia do desaparecimento. Se mostrou claramente a presença do filho junto com a namorada em todo o período, antes, durante e até o retorno deles à residência da vítima. Após a captura eles de forma muito frio, tanto o adolescente como a namorada, que é maior de idade, 18 anos, reportaram como praticaram a asfixia, sem chance de defesa. Pegaram ela por trás enquanto ela estava no computador trabalhando. Em seguida, botaram ela no carro, levaram para o açude, e tentaram esconder o corpo. O plano foi tão bem arquitetado que eles assistiram uma forma de não submergir. No processo de composição o cadáver passa por uma fase gasosa. Deram um golpe na barriga dela para evitar que ela submergisse. Levaram todos documentos pessoais, roupas, para que a história fosse que ela fugiu de casa com um amante e que não iria voltar”, completou.

Outras reações também chamaram a atenção da policial. Durante o momento da detenção, o filho da professora teria comentando dentro da viatura da Polícia, em tom de provocação, que foi um ‘crime quase perfeito’.

Em depoimento oficial, o adolescente de 17 anos admitiu o crime e relatou à polícia que a motivação foi um ódio que ele nutria pela mãe.

O caso

A professora Honorina de Oliveira Costa, de 43 anos, estava desaparecida desde o dia 2 de novembro de 2023. O corpo da vítima foi encontrado três dias num açude de Cuité, após uma pessoa que passava pelo local vê-lo boiando e chamar a polícia.

Ao resgatar o corpo, a polícia percebeu que ela foi executada com violência e que havia um golpe de faca na região do abdômen. No local, não foram encontrados vestígios de sangue e nem mesmo outros indícios.

À época, o marido da professora, Antônio Abrantes, Policial Militar, foi o responsável por fazer o reconhecimento do corpo da mulher.

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