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Dia de finados: O luto, a saudade, lembranças e tristezas

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Dia de finados, um dia de saudade, um momento para refletir sobre a vida e a morte. É comum nesta data a lembrarmos dos nossos entes, a saudade é inevitável, ela sempre vem acompanhada de tristeza e remorso.

A dor do luto machuca, de forma mais branda quando existe uma consciência tranquila do papel cumprido, a saudade nos arrebata a lembranças felizes, tudo isso em decorrência do amor que ofertamos em vida. Quando a saudade vem acompanhada do remorso, essa dor é insuportável, aperta o peito, sufoca, maltrata a alma e o coração.

Esse dia 02 de novembro, poderia ser apenas mais uma data no calendário, mas, ela é muito mais do que isso, principalmente para você que ainda tem ao seu lado pessoas que ama, então, não desperdice essa oportunidade, abrace, beije, emane o amor mesmo no seu pior dia, é difícil? Claro, tenho certeza disso, mas se esforce, com certeza, seu fardo de lembranças será bem mais leve.

Em 1Crônicas 29:15 a palavra de Deus diz: “Diante de ti somos estrangeiros e forasteiros, como os nossos antepassados. Os nossos dias na terra são como uma sombra, sem esperança”, ou seja, neste mundo estamos em uma fila, não sabemos em que lugar, portanto, a qualquer momento pode chegar nosso momento de partir.

Não espere que a morte chegue para demonstrar o amor que você sente, presentei com flores em vida.

 

Sei que amanhã, quando eu morrer

Os meus amigos vão dizer

Que eu tinha bom coração

Alguns até hão de chorar

E querer me homenagear

Fazendo de ouro um violão

Mas depois que o tempo passar

Sei que ninguém vai se lembrar

Que eu fui embora

Por isso é que eu penso assim

Se alguém quiser fazer por mim

Que faça agora

Me dê as flores em vida

O carinho, a mão amiga

Para aliviar meus ais

Depois que eu me chamar saudade

Não preciso de vaidade

Quero preces e nada mais

Sei que amanhã, quando eu morrer

Os meus amigos vão dizer

Que eu tinha bom coração

Alguns até hão de chorar

E querer me homenagear

Fazendo de ouro um violão

Mas depois que o tempo passar

Sei que ninguém vai se lembrar

Que eu fui embora

Por isso é que eu penso assim

Se alguém quiser fazer por mim

Que faça agora

Me dê as flores em vida

O carinho, a mão amiga

Para aliviar meus ais

Depois que eu me chamar saudade

Não preciso de vaidade

Quero preces e nada mais

Quero preces e nada mais

Quero preces e nada mais

Quero preces e nada mais…

Música: Quando eu me chamar saudade

Nelson Cavaquinho / Guilherme De Brito

Interpretada por Nelson Gonçalves (In memoriam

Edvaldo

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