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Vereador de Soledade acusa a própria irmã de tramar sua morte durante sequestro

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O vereador Netinho Policarpo (PROS), garantiu em entrevista nesta sexta-feira (8), que tem provas suficientes de quem foram os mandantes do seu suposto sequestro ocorrido no dia 27 de dezembro de 2016, onde ele afirma ter passado mais de 4 horas nas mãos de meliantes para que renunciasse ao mandato.

Netinho afirma que por volta das 11 horas da noite daquele dia, teria sido abordado na casa de uma amiga. No dia seguinte, o vereador procurou as policias, Civil e Federal, mas até agora o inquérito não teria andado. Porém nos últimos dias ao receber provas que estão no processo de nº 0002063-57.2016.815.0191, que é relativo ao da  Operação Narcos, na pagina 1028, volume 03, ele disse que tem as perícias dos celulares apreendidos na casa dos presos e foi encontrado uma conversa pelo WhatsApp entre um homem de nome André do Alto e Cristiane Marinho, que é irmã de Netinho e cumpre prisão domiciliar em casa por determinação da Justiça após passar alguns meses presas por suposto envolvimento em uma organização criminosa da região.

O vereador acredita que ambos foram os mandantes do atentado contra a sua vida. A conversa foi em 1 de abril de 2017 e a sua irmã, acredita Netinho, trama a sua morte. “Já peticionei no processo que corre em segredo de justiça as novas provas”, pontua

Com Heleno Lima

Edvaldo

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